2.8.07

Leitura

A leitura faz-me falta e sempre o digo, mas volto a senti-lo mesmo a sério quando tenho tempo e me organizo para pegar num livro e o saborear.
É o que acontece inevitavelmente no período de férias e é esse um dos meus prazeres.
Por isso mesmo, este post fica bem pequenino, pois... o meu livro aguarda-me!




Nota: A seguir mergulho neste:

31.7.07

Férias

areia
mar
ondas
céu azul
sol
dormir
comer
cozinhar
amigos
ler
roupa leve
pé no chinelo
As férias deixam saudades!

19.7.07

Sim!

- Wedding Invitation by Sabzi -

Faz hoje anos que dissemos "sim" e... sim, sou feliz a teu lado!

18.7.07

Hoje fazes anos

Porque te amo e hoje fazes anos, deixa-me oferecer-te flores!

O tempo?

O tempo não tem nada de precioso, porque é uma ilusão.
Aquilo que achamos ser precioso não é o tempo, mas um ponto que está fora dele: O AGORA. Isso é realmente precioso.
Quanto mais nos concentramos no tempo, no passado e no futuro, mais perdemos O AGORA, a coisa mais importante que existe!

24.6.07

Mudança


Mais de um ano passado desde o nascimento deste canto, faz-me sentido mudar-lhe o nome, como se vira uma página.

Como diz um amigo muito querido "Já percebi que andas em fase de reciclagem!" e é verdade!

Primeiro, tenho e sinto-me com unhas.

Segundo, "grão a grão enche a galinha o papo". São as gotas que fazem os oceanos, os grãos de areia o areal, os peixes o cardume, as partículas o todo. E é devagar que se vai ao longe.
É passo a passo que se faz cada caminhada. E a nossa vida é um conjunto de caminhadas.

Faz-me sentido, sim!

23.6.07

Será que mereço?



Acabei de receber um mail de uma amiga, conhecida em 2002, em contexto profissional.
Fiquei estática ao lê-lo, pois no meio as palavras começaram a soar fortes e doces e eram sobre mim.
Tendo em conta quem o escreveu, o seu significado é grande, pois considero vindo de uma Grande Pessoa.
E questiono-me: "Será que mereço tais palavras?". Talvez. Obrigada!

"(...)
Achei muito interessantes os teus projectos. Acho-te uma pessoa com uma enorme capacidade de trabalho, resistência e criatividade! De todas as pessoas que já conheci és diferente! Não no sentido em que todos o somos, mas porque tudo em ti, apesar de não dissonante com a norma, se apresenta de forma única! Talvez não consiga explicar bem, mas, o teu sentido de humor é distinto, mais apurado; o teu olhar, perspicaz; a tua linguagem, destemida e frontal e a tua atitude, face aos outros, isenta e calorosa, ao mesmo tempo. Acho que te distingues facilmente! Gostei muito de te conhecer, na PRP, e espero que encontres gratificação e valorização no(s) rumo(s) que escolheres!
(...)"

25.5.07

Atendimento e aparência

Nas lojas de roupa feminina, segundo reza a história, entra-se sem cartão de consumo mínimo obrigatório ou reservado o direito de admissão.
Em Coimbra, numa loja de roupa conhecida, o mau atendimento (desprezível?) da Gerente de Loja foi largamente compensado pelo atendimento personalizado, educado, prestável e simpático de uma funcionária "normal".
Talvez por ser "normal" não lhe tenha feito confusão que um espécime "normal", de calça de ganga, camisola leve e sapato-sapatilha, com carteira à tiracole, cabelo apanhado e sem maquilhagem, tenha ali entrado. Digo "ali" porque me refiro a uma loja "gama média-alta".
De um péssimo atendimento passei a um atendimento de primeira, em que a simplicidade e naturalidade foram bidireccionais.
No final, saí de lá com 2 sacos: uma "loucura" num deles, fruto de uma "paixoneta" de quem fez anos há dias e acha que merece.
Mas antes de sair, a confirmação: qualidade de atendimento e aparência do cliente estão, erroneamente, ligados!
A cara da dita senhora ao ouvir o meu "Vou levar!" e, posteriormente, já desfeita em simpatias, ao olhar para o meu cartão. Só mais tarde me recordei do raio do apêndice do "Dr.".
Educação é bonita e desejei-lhe boa-tarde. À funcionária agradeci o tempo que lhe ocupei e a disponibilidade. Teve direito a um dos meus mais sinceros sorrisos e a um "bom resto de dia".
Tal como lhe desejo um bom resto de carreira e que, rapidamente, seja ela a Gerente daquele espaço, pois mérito não lhe falta. Para já, ficou ela com a comissão.
São eles que perdem, mas sou eu que tenho vergonha! Porque... é a tacanhez em que vivemos!

9.5.07

Celeste

Para uma Prima que deixa muita saudade.
Que a travessia seja luminosa e serena.
O carinho será eterno.

8.5.07

Semana Mundial Pelo Parto Respeitado


Apesar de menos activa do que desejava, orgulho-me demais de ser Delegada pelo Distrito de Viseu da HumPar e por ter iniciado esta caminhada, que se mostra cada vez mais bela.

A semana de 7 a 13 de Maio é a "Semana Mundial Pelo Parto Respeitado". Mais uma razão para me sentir orgulhosa da minha data de nascimento!!

Com a preciosa colaboração da congénere argentina "Dando a Luz", a HumPar traduziu e lançou no seu site uma série de 4 vídeos/spots que podem ser vistos por todos nesta vossa casa.
Ah! E dia 2 passou um documentário de grande qualidade, da jornalista Rita Ferreira, da TVI. Podem visualizar o programa aqui.

Fica a sugestão!

26.4.07

Assim disse Binet

"Há dentro de mim um senhor misterioso, que comanda escravos; vejo os escravos sair de casa e cumprir as ordens recebidas; mas o senhor não o vejo, nunca o vi, jamais o verei; ignoro o que ele é, o que ele quer, o que ele pensa; e todavia esse senhor sou eu."

BINET
1911

6.4.07

Páscoa

Que nesta Páscoa também renasça o que temos de bom!

28.3.07

Abaixo Ass(ass)inado

O Sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP) está a promover uma Campanha para a Empregabilidade, contra a "Falta de Psicólogos na Educação e na Saúde".
Os Psicólogos e os trabalhadores em geral vivem momentos difíceis, em que a instabilidade, o desemprego e a precariedade são uma constante.
As alterações aos direitos dos trabalhadores da Administração Pública, fecham cada vez mais as portas também aos Psicólogos.
A carência destes profissionais nos serviços públicos aumenta e não se abrem vagas.
A falta de Psicólogos na Saúde e na Educação não afecta exclusivamenteos Psicólogos, mas a população em geral.
O SNP apela à assinatura do abaixo-assinado on-line e à sua divulgação junto de todos os Psicólogos, estudantes de Psicologia e população em geral.
Sindicato Nacional dos Psicólogos
Rua Jardim do Tabaco, 90 - 2º Dto.
1100-288 Lisboa
Poderá consultar informação sobre a actividade do SNP em: www.snp.pt.
Obrigada pela colaboração.
Março/2007
A Comissão de Clínica e Saúde
Ana Isabel Barreiros

23.3.07

Não resisti!



Courrier Internacional, N.º 102 - 16 a 22 de Março de 2007

"A OBSESSÃO DOS TÍTULOS
O país dos doutores e engenheiros

Um estrangeiro que venha a Portugal poderá pensar que há uma bizarra profusão de médicos. É que nenhum outro povo dá tanto uso ao título de «doutor».
A primeira surpresa para um estrangeiro que aterre em Portugal pode ser o número anormal de médicos que existe no país. Um ouvido atento em qualquer café de Lisboa, à hora das refeições, poderá contar pelo menos uma dúzia de: «Como está, doutor?», «O que é que lhe apetece comer, senhor doutor?», «Hoje temos um excelente arroz de marisco, senhor doutor».
O estrangeiro não deve pensar que, por casualidade, entrou num local mesmo ao lado de um grande hospital. É que, em Portugal, basta ter passado pelas salas de aula de uma universidade para obter o título de doutor. E, muitas vezes, nem é preciso tanto. Uma pessoa que ocupe um cargo de alguma importância ou que tenha, simplesmente, um ar de executivo, pode ser tratada por doutor pelo empregado do restaurante, pelo funcionário de um serviço público, pelas recepcionistas da maioria das empresas, pelas empregadas das lojas e, claro, pelos seus subordinados.
Quando não é doutor, pode ser engenheiro ou arquitecto. E se o empregado se engana, é possível que o próprio doutor, engenheiro ou arquitecto se encarregue de o corrigir. A um estrangeiro soa sempre da mesma maneira: extremamente formal e um tanto ridículo. Sejamos justos: a muitos portugueses também soa ridículo, especialmente aos mais jovens. «Somos o país dos doutores e engenheiros», dizem os críticos, com ironia. A ironia ainda é maior quando os números dizem que apenas dez por cento da população activa portuguesa possui formação universitária, a taxa mais baixa dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico), cuja média é de 23 por cento. Ou, pensando melhor, talvez não seja tão irónico: aqui pode estar a chave do mistério de um tratamento tão diferencial a quem se limitou a frequentar a universidade.
No século XIX e no início do XX, os (poucos) filhos da burguesia e dos grandes proprietários rurais que conseguiam fazer estudos superiores regressavam à terra e eram conhecidos como «doutores», senhores distintos e merecedores de grande reverência. A denominação manteve-se, apesar da democratização, e continua a ter o mesmo significado: é uma forma de admiração, diferença e superioridade que, em muitos casos, os próprios beneficiários se empenham em manter. Mesmo quando não querem aceitar este tratamento, os portugueses vêem-se obrigados a utilizá-lo por estar tão enraizado. Não pôr um título antes do nome de alguém, em certas ocasiões, pode soar muito rude e de má educação. O «senhor» não é suficiente. Por isso, é frequente, na televisão ou na rádio, ouvir um jornalista dizer «engenheiro José Sócrates», se estiver a entrevistar o primeiro-ministro, ou «doutor Mário Soares», se quiser interpelar o ex-Presidente da República. Na maioria dos casos, os portugueses só dão conta de como isso é bizarro quando viajam para o estrangeiro e, ao pagarem com cartão de crédito, o empregado lhes pergunta, ao ver o «Dr.» antes do nome: «Qual é a sua especialidade?». Se viajar para Portugal, saiba que «doctor» em português se diz doutor. Pode ser-lhe muito útil."

Margarida Pinto
El Periódico de Catalunya
Barcelona

16.3.07

Um abraço aos visitantes e um bem-haja pelas palavras de afecto que vão deixando.
Estive fora, estive sem net em casa, apetece-me deixar este "menino" em stand-by por tempo indeterminado.
Até um dia!

6.2.07

Dias




Há dias em que parece que troveja, apesar de não se ver ou ouvir relâmpagos.
Dias em que nos apetece voltar a correr para a cama e desejar com muita força que o dia seguinte chegue rápido e tudo esteja melhor. O sol já brilhe e os pássaros nos embalem.

Há dias em que o coração anda apertado e parece que custa a respirar.
Dias em que sentimos estar ao contrário da corrente e não sabemos como virar o barco.

Há dias em que parece que tanta coisa está errada e nos questionamos se não seremos nós
Dias em que os sorrisos escasseiam e as lágrimas correm à vista ou por dentro.

Há dias tristes e feios, que apetece apagar com toda a força do calendário
Dias em que (quase) se desespera.

Há dias lixados, caramba!

4.2.07

Começar

"Começar já é metade de toda a acção."
Provérbio Grego


2.2.07

Hoje...

... tal como ontem, voltei a pensar bem a fatiota, maquilhei-me sobria e concentradamente e rumei ao Porto, armada em empresária.
Amanhã faz-se a pausa e domingo será o último dia da Interdecoração 2007 , onde o tempo passa a correr, a testa se vai franzindo por diversas razões ou o sorriso se abre, o coração acelera ou quase pára, se encontram conhecidos e se trabalha.
Especialmente hoje (não sei porquê!), senti-me uma profissional, com tudo a que isso possa ter direito.
Não intervim muito, continuo acima de tudo a aprender e a dar o meu ainda humilde contributo, mas senti-me mais "peixe dentro de água".
Dou por mim a confirmar alguns saberes apre(e)ndidos, a absorver um sem fim de novos conhecimentos, a abrir-se-me o apetite.
A ter ideias, a ter vontade de "voltar à escola", de mexer e remexer, de "criar e arriscar".
Talvez o almoço mais formal e de negócios tenha marcado a diferença. Talvez o à vontade que aumenta, a pouco e pouco, com alguns profissionais. Talvez alguns pequenos elogios. Talvez.
Até o sentir que sou "um dois em um" me não comichou hoje. Pelo contrário: fez-me sentir quase polivalente e mais perto de mim.
Aqui a "Maria" de base na cútis, bota afiambrada e blazer, que pinta a unha e coloca um ar mais sério e profissional, é também a "Maria" da calça de ganga, cara-lavada, cachecol comprido de malha, sapateco raso de borracha, que ri à gargalhada, brinca, chora, pula e avança.
Cara ou Coroa, serei sempre a mesma Moeda!

1.2.07

É maior

o direito do adulto a abortar ou o direito da criança a viver?

Continuo sem saber responder, depois de ter tido anos de pura convicção pela despenalização.

E esta, hein?!

Bebel Gilberto

All Around

31.1.07

Pesei-me!

E não gostei nada de ver o raio do ponteiro lançado até parar onde (só) parou.

SOCOOOOOOOOOORRO! Estou enorme!

Já andava desconfiada que algo se passaria, mas fingi que tinha ficado tranquila quando recebi a definição de Calorias (ver post do dia 17/01/2007). Doce engano o meu...
Para lá de me sentir "enchouriçada" na roupa ou o verdadeiro "saco de batatas", tal como o algodão, a descarada da balança não engana :o(
Decidi retomar o meu Yôga, mas pondero umas idas à piscina (coberta nesta altura do ano, pois claro!, e que devia era estar a meia luz quando eu lá estivesse...).
Na próxima semana iniciarei algo, pois assim não gosto.
Como há um par de dias comentava com uma amiga, se não me cuido... qualquer dia estou assim:



29.1.07

Atenção nubentes!

Parece que "o amor anda no ar" por muito lado, mas como não só de amor (ou só de amor, afinal?) vive o Homem, fica um artigo e um teste interessante a ser feito entre casais, casalinhos, futuros casais, pseudo-casais e afins.
Espreitem aqui.


24.1.07

"Partos - Mulheres Escolhem Ter Filhos em Casa"

Passou no Jornal da Noite e no Primeiro Jornal (SIC - 21 e 22 de Janeiro do corrente).
Para quem está curioso, pode ainda ver aqui.
São já 600 partos em casa, conscientes e humanizados!

Nascer em Casa

Podem ver aqui a peça do Jornal da Tarde da RTP1 de 21 do corrente.

22.1.07

Mais uma...

... oportunidade que tentei agarrar, mas não fui feliz.
Há dias em que parece que não tenho mesmo unhas para agarrar os meus sonhos e me questiono se algum dia se tornarão realidade...
Há dias em que sofro meia calada, com uma dor e uma revolta até para mim incompreensíveis e me apetece desistir (ou desesperar?).
Há dias em que só apetece chorar e teima um "porquê?!", que me destroça e deita por terra.
Há dias em que custa demais estar à espera!



17.1.07

Uma verdadeira pérola!

"As Calorias são pequenos animais que vivem nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas."
Obrigada, Cláu!

Gesto de Amor

16.1.07

Depende muito de nós

Um velho índio descreveu certa vez:
"Dentro de mim, existem dois cachorros: um deles é cruel e mau, o outro muito bom. Os dois estão sempre brigando."
Quando perguntaram qual dos dois cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, reflectiu e respondeu:
"Aquele que eu alimento."

15.1.07

Abobrar pensando

Voltou a estar frio.
Enrosco-me no edredon envolto nos lençóis de flanela, olho o dia cinzento lá fora, faço um quase-inconsciente flash back das minhas últimas 24h e decido aproveitar as duas horas que tenho pela frente, para mim, com um bom livro.
Identifico-me com o que leio, percorro locais onde nunca estive, sinto os seus cheiros, oiço o borburinho ou o silêncio do mar, sorvo o verde e mergulho no azul. Sorrio!
As tão desejadas férias "para longe" aproximam-se, apesar de o destino não estar escolhido. Mexico? Pantanal? Apetece-me, mas o meu interior grita-me "Africa! Africa!".
Seja qual for o país, preciso desse canto, dessa fuga porque encontro, de sentir a pele suada e o corpo num pulular descontraído.
Preciso de aproveitar esse tempo, como a todos os dias, preciso de me encher de vida!
Busco ideias, sugestões, valores e datas.
Busco o poisar as armas que vão começando a ficar pesadas.
Depois? Depois se verá, não quero pensar no "depois"! Por vezes é difícil, mas não quero e faço de tudo para esquecer esse possível "depois" que insiste em martelar-me.
Quero pensar em e deliciar-me com este preparar de viagem, de mente e de corpo. Deliciar-me com paisagens, mar e civilizações para mim desconhecidas. Fundir-me com outras gentes, cruzar as nossas vidas e regressar mais completa.
Tirar este peso dos ombros, por dez ou quinze dias.
Vai saber bem!

Mexeu comigo!

Vi-me, revi-me, ouvi-me, senti-me.
No final, como há algum tempo não acontecia, chorei.
Pelo cansaço, pelo medo que me avassalou, pelo reconhecimento de um sofrimento para tantos inexplicável, inconcebível.
Mas, acima de tudo, chorei lágrimas de esperança, de alegria. Um depoimento fantástico, Profissionais com "p" maiúsculo que investem tempo, sabedoria, compreensão e muito carinho no seu trabalho.
Continuo a Acreditar! :o}

12.1.07

Hoje sinto-me assim...

Como sabe bem...


Banhoca para começar um dia refrescante, hidratar que está um frio ainda grandito, dar vida ao cabelo, acender uma velinha num banho mais tranquilo, deixar uma fragância agradável no corpo para o resto do dia.
Beber um chá à noite ou ao acordar e bebê-lo no vaso que a Mary John ofereceu, ainda nada disto havia aqui na terrinha.
Gosto!

11.1.07

Hoje fui a Coimbra

E venho acagaçada com a insegurança que se vive nas estradas deste país, pelo menos no IP3.
Estive envolvida em três situações de perigo na viagem de ida e uma na de regresso, todas elas sem culpa alguma: simplesmente encontrava-me na minha ida semanal a Coimbra, dentro dos limites de velocidade e, graças a Deus, bem atenta ao que me rodeava.

Em todas mantive a calma, apesar de me ter passado pela cabeça dar uns par-de-estalos a ver se esta gente acorda e dá valor à Vida: à deles e à dos outros!

Não gostei! Mesmo nada!

10.1.07

Amiga!


Fiquei triste depois de ter lido as tuas notícias mais recentes.

Luísa e A Odisseia da Vida


Como referi uns posts atrás, ofereci-me este DVD no final do ano passado.
Mal eu sabia que, dias depois e através dele, podia fazer uma homenagem à minha querida Amiga Luísa, que está de PARABÉNS a dobrar: tem a LL (Linda Leonor) e vem a caminho a Sofia ou o André.
Mulher bonita, de aparência e de fundo.
Mulher de garra e de sentimento.
Mãe babada e com razão.
Amiga, estou MUITO FELIZ por vocês. Muito!

8.1.07

Que Chuvada!

Pois! Tivemos uma reunião de Chuvas no passado fim-de-semana, na zona da Gala (Figueira da Foz), por onde passa muita da nossa história. E demos-lhe continuidade!
Ao Tio materno (e Padrinho a dobrar), juntou-se a Tia (e Madrinha) e os 2 Primos com os respectivos Companheira/o e descendentes, um deles ainda na pantufa uterina.
Tia e Madrinha Daisy
Quando parecia que já eramos mais que as Mães, eis que surge a Prima Virinha com o filho Carlos Jorge. Bem, é o Tozeca que ali está? Do Porto até casa dos seus Pais, aí estava ele. E... é a Milú!
A "concentração" teve lugar em casa dos bisavós Chuva, que abriu as suas janelas ao sol radiante e ouviu vozes, risos e gargalhadas. Fomos ao terraço, brincámos com os mais pequenos, aparvalhámos entre os mais novos, contagiámos os que estão na ternura dos 40 ou na delícia dos 50 ou 60.
Terraço da velha casa:
Frédèric, Moi, Carlos Jorge e Hughes
Convívio, paparoca e fomos atá à praia do Cabedelo. Tomou-se café (não havia cevada!!) e regressámos a casa pelas dunas, depois de termos construído uma cabana, corrido, brincado muito.
Café do Cabedelo:
Milú, Virinha, Tio e (Padrinho)2 Zeca
Hughes e Maxime
a treinar para ser Paizão em Maio
Laurence e Frédèric:
Pais dos deliciosos, a pensar num terceiro...
O jantar foi em nossa casa: 10 Chuvas à mesa e 2 Chuvinhas a dormir o sono dos justos.
Falámos em três línguas, que isto de ter primos belgas tem muito que se lhe diga, pois nem todos aprenderam português e há os minorcas. Trocámos lembranças, bebemos um belo vinho e voltámos a dividir-nos em 2 grupos, 2 casas, 2 sonos.
Segundo dia e nova alvorada com os Chuvinhas Mathieu e Maxime.

Mathieu ou Mateus Rosé, prá família tuga

Maxime... que é o máximo!

Pequeno almoço e toca a ir até à praia, que o sol está outra vez do nosso lado e o céu azul.
Ligo à
Cris para nos encontrarmos, mas há muito trabalho, dores nas costas e a avó do M. no Hospital. Quando me liga à tarde, ainda o Sr. Alexandre estava no País dos Sonhos, já nós estavamos quase a chegar à terrinha. Tive pena, mas oportunidades não faltarão.
Dunas, desenhos na areia, túneis e a chegada dos amigos Fontinha e esposa.

Almoço com boa disposição, novamente 3 línguas quase em simultâneo, já misturadas as palavras, quase as ideias, mas sempre com a mesma alegria de momentos bem passados e que deixam saudade.
Cristina, à espera do 1º filhote(a)
Seguiu-se a despedida de 4 elementos e rumámos a Coimbra, pois o combóio esperava para o regresso a Lisboa.
Ainda deu para comprar uns Pastéis de Tentugal, dar mais 2 dedos de conversa, combinar novas vindas e idas, rir e sorrir.
O combóio partiu com um grupo de Chuvas a fazer caretas de e para dentro da carruagem.
Gosto mesmo muito deste pessoal. Grande fim-de-semana!
Pena a Mãe e o Pai não terem podido ir, os dois com gripe. Trago-lhes muitas fotos e vou contar-lhes a história toda, tim-tim por tim-tim.
Nota: Gaita! Não consigo colocar as fotos... Fica para mais tarde.
"Earth provides enough to satisfy every man's need, but not every man's greed. "
Mahatma Gandhi
(A Terra providencia o suficiente para as necessidades de cada ser humano, não para a ganância de cada ser humano)

4.1.07

Porque um ano terminou...

...mas não a Vida... que tenhamos todos uma boa Vida!

http://www.nmedia.com.br/natal/

É que a Vida continua, a cada ano, mês, semana, dia, hora, minuto ou segundo. Vamos aproveitá-la e saboreá-la bem!!

3.1.07

Azambujeira no seu melhor

O planeado cumpriu-se e rumámos até à Azambujeira, onde estivemos desde o almoço de domingo até ao final de 2ª feira.
Para lá de conhecer a minha linda afilhada-em-breve Teresita, matei saudades dos manos Bea e Tiago e dos amigos Jú e Pedro.
Como disse o Companheiro de Jornada "Se não tivesses tirado o curso, não estávamos hoje aqui!".
Sim!, que o Pedro foi amigo "adquirido" por Coimbra, a Jú conhecida um pouco mais tarde e a Bea ainda nasceu no nosso ano de estágio. Uns anos depois tivemos a honra que levasse as alianças no nosso casamento.
Pelo meio houve encontros, baptizados, convívio pela Figueira, trabalho junto por umas semanas, telefonemas, passagens pelo Ribatejo, Algarve, etc etc etc.
Desta vez, encontrámos a casa lindamente aumentada, o moinho quase-quase pronto, muita vida e braços abertos.
A passagem do ano fez-se quase sem dar conta e viemos até cá fora ver os fogos-de-artifício das terras à volta, bem como o céu, a lua e as estrelas.
Não houve champagne, passas ou barulho de tachos a bater, mas a Harmonia era reinante e nada melhor para recolher, horas depois, ao quarto e fazer o balanço de um ano que terminou: um bocado sofrido, mas muito rico e que ajudou a crescer um pouco mais, em diversas áreas.
O balanço é bom!
A deliciosa afilhada Teresa
Tiago
Beatriz
Com o Clã Mira Silva, antes do regresso à terrinha
Caça às borboletas e a frase que ficou: "Ó tio!"

Notas:
1 - Voltarei a colocar novo post com fotos do moinho. Prometido!
2 - Ainda deu para dar 2 dedos de conversa com a Zé, pertinho já de 2007, para falar dos seus panos e da grande possibilidade de a minha quasi-afilhada começar a ser transportada num, aconchegada e confortavelmente. Grande Mãe Jú!
3 - O Pai estava muito constipado, mas está a melhorar a olhos vistos.
4 - A mana já anda por Terras de Sua Majestade, também ela constipada, mas o voo correu bem e o par de jarras já se encontra em casa.

29.12.06

Dou por mim a ter vontade de voltar a escrever umas papaias e não me faço rogada.
Dou por mim a gamar uma foto ao blog de um ilustre desconhecido, o AJ, e a questionar-me se o conhecerei. Aqui deixo a dita, tirada à escadaria da Igreja dos Terceiros, que os meus Pais subiram para se casar e eu para ser baptizada. Assim rezam a história e as fotos.

Dou por mim a desejar isto mesmo, PAZ, a todos quanto amo e ao mundo inteiro!

Dou por mim a ter vontade de saborear alguns mimos de Natal: oiço o CD da Diana Krall

delicio-me com o DVD A Suspeita, onde vejo, orgulhosa, o nome da minha amiga


preparo-me para ficar mais pirada ao ler o livro que o cunhadão ofereceu (como tornar-se doente mental, J. L. Pio Abreu, 14ª edição, Prémio Città delle Rose 2006)

fico curiosa e compro o DVD A Odisseia da Vida, de Nils Tavernier.

Oiço Nouvelle Vague (Bande à Part) e Danae (Condição de Louco).

Compro Bob Dylon e Chico Buarque de Hollanda para os londrinos.

Ofereço "As Pequenas Memórias" (José Saramago) ao Pai e "Enquanto Salazar dormia..." (Domingos Freitas do Amaral) à Mãe, junto com um cartão que me é macio e suave escrever, mas aproveito para avisar que serão pedidos emprestados :o}

Dou por mim a relembrar outros mimos confortáveis e de bem-estar que chegaram até mim e...

... no final de cada dia deito-me entre os novos lençóis polares e a almofadinha de sementes aquecida da Zé, junto com o Companheiro de Jornada, e volto a fazer jus à Vida, voltando também a Acreditar!

Retirado da caixinha-muito-surpresa por ele oferecida:

"our philosophy

Change everyday routines into more meaningful rituals.

(...)

Rediscover the magic in the everyday."

E, apesar de hoje a mana ter deixado Viseu e regressar a Londres em breve, fica misturado com a saudade imensa e a lagrimita insistente, a sensação de termos tido dias preenchidos, a seis, como não me lembro de termos vivido nos últimos tempos. Nem tudo foram rosas, mas valeu e muito!

No fim de semana vou conhecer a minha futura afilhada e estrear o Moinho dos pretendentes a Compadres, ao pernoitar nele. Azambujeira, aqui vamos nós!

A Passagem de Ano já está marcada: em Fevereiro, em casa da Ana, pois meia-noite há todos os dias e é por aí que nos apetece fazer balanços e planos entre amigos.

Que assim seja!

Beijos e abraços a quem sabe que é para si.

A vocês as três... OBRIGADA, do coração!

I Melt With You

By Nouvelle Vague

19.12.06

Volto em breve!


Isto está tipo "tortura chinesa"...

18.12.06

Soube tão bem!!






Soube bem receber o teu postal!
Também penso muitas vezes em ti (e nos teus), com imenso carinho.
Ainda hoje te carreguei (a ti e a mais 2 Sr.as do pedaço) rua fora, até vos "despejar" num local que eu cá sei...
Obrigada!

17.12.06

Pois!



Pois é! O MM e a PP decidiram fazer uma visita aqui à terrinha e fizemos a transição de sábado para domingo cá por casa, também com a Raquel e o Telmo, num jantar em amena cavaqueira.
De início houve uma concentração de motards, perdão!, de telemóveis, que mereceu a nossa preocupada atenção e foi mote de conversa.

À Pizza juntou-se a Raclette & Party-Grill (estreia absoluta!) ou não houvesse entre nós genuínos fanáticos por queijo...
O Telmo ainda conseguiu degustar a sua 8ª refeição do dia, mas foi obrigado pelo seu descendente a regressar a casa precocemente, dado o último ter ficado mal-disposto.
Bom, lá seguimos Serão fora, ao som de uns CDs e do crepitar da lareira e ainda degustámos uma fatia malandra de torta de cenoura.
A Paula presenteou-nos com uma das suas danças ciganas (como se pode ver na foto), num momento único.

Tinto decantado e aquecido à lareira durante a (longa) refeição e cházinho já pelas 3 da matina.
Eu e o Companheiro de Jornada ficámos no quentinho e os corajosos lá foram apanhar a fresca até chegar às suas camas.

Temos de repetir!

Ainda Bebel

Baby

By Bebel Gilberto